Saiba como funciona a reconstrução mamária | Clínica D'Alo
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Saiba como funciona a reconstrução mamária

O câncer de Mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no Brasil e no mundo, depois do de pele, são mais de 2 milhões de casos por ano no país.  Para 70% das mulheres que recebem o diagnóstico a mastectomia, que é a remoção total da mama, acaba sendo o caminho. Para essas mulheres e para as que fazem a quadrantectomia, quando apenas parte do seio é retirado, recomenda-se a cirurgia de reconstrução da mama. É um procedimento que tem como objetivo dar uma nova mama as mulheres, levando em consideração o tamanho, forma e aparência do membro. O que melhora a auto-estima e qualidade de vida da paciente que geralmente se encontra prejudicada após a remoção.

Na mastectomia é necessária uma reconstrução total da mama. Pode ser utilizada próteses de silicone e, também às vezes, tecidos do próprio corpo da paciente originários da região das costas ou do abdômen.

 

Preservação da mama

A cirurgia de reconstrução parcial da mama tem sido cada vez mais comum. Ela é feita quando na retirada do tumor se remove apenas parte da mama. O tumor é retirado junto com um pouco a mais de pele e gordura, para garantir que será removido por completo.

São utilizadas técnicas para restaurar a mama e deixá-la com a aparência estética e funcional adequada. Em alguns casos, para deixar os seios simétricos e com tamanhos semelhantes, poder ser necessário ajustar a outra mama na mesma cirurgia ou em outra, dependendo de cada caso.

Quando fazer a reconstrução?

A cirurgia pode ser feita juntamente com a mastectomia ou quadrantectomia. Porém, quando o câncer é muito extenso e é preciso remover uma grande quantidade de mama e pele, o corpo precisa de mais tempo para se recuperar, aconselhado adiar a reconstrução. Além disso, existem casos em que a mulher precisa fazer radiação para completar o tratamento, o que pode atrasar a cicatrização, sendo também recomendado realizar mais tarde o procedimento.

 

Benefícios da realização das duas cirurgias juntas:

  • Minimiza o impacto negativo e a sensação de mutilação quando a mulher acorda e não percebe a presença da mama;
  • Permite reconstrução mamária com melhor qualidade pois se consegue preservar mais pele;
  • Maior chance de preservação do bico do seio.