Mamoplastia redutora - Redução de mamas | Clínica D'Alo
A Clínica D’Aló, liderada pelo cirurgião plástico Leonardo D’Aló, trabalha para cuidar do bem-estar dos pacientes, traduzindo seus anseios e expectativas em resultados.
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Mamoplastia redutora

Redução de mamas

É uma das mais comuns entre as cirurgias, pois, além de ser indicada para melhorar o aspecto estético da mama, também é um recurso complementar no tratamento profilático de certas doenças da mama (casos especiais) e na prevenção de problemas causados por mamas muito grandes.

As mamas podem ter seu volume reduzido através dessa cirurgia. Além disso, sua consistência e forma também são melhoradas com a intervenção. Para os casos de redução e levantamento da mama, pode-se optar por vários volumes, dentro das possibilidades que a mama original permite planejar, sem comprometê-la futuramente. Aqui, como no caso do aumento do volume, deverão ser equilibradas as proporções entre o volume da nova mama e o tamanho do tórax da paciente, a fim de obter maior harmonia estética. Nessa ocasião, a flacidez e a forma da mama original são corrigidas.

As mamas reduzidas passam por vários períodos evolutivos:

Período imediato: Vai até o 30º dia. Neste período, apesar das mamas apresentarem melhora no aspecto, sua forma ainda está aquém do resultado planejado.

Período mediato: Vai do 30º dia até o 8º mês. A mama começa a apresentar uma evolução que tende à forma definitiva. Não são raros neste período insensibilidade ou hipersensibilidade do mamilo, além de maior ou menor grau de inchaço da mama. A forma ainda está aquém da definitiva.

Período tardio: Vai do 8º ao 18º mês. É quando a mama atinge seu aspecto definitivo (forma, consistência, volume, sensibilidade). É nesta fase que costumamos fotografar os casos operados, a fim de compará-los com o aspecto pré-operatório de cada paciente. O grau de elasticidade da pele das mamas bem como o volume conseguido têm grande importância no resultado final. O equilíbrio entre os dois varia de caso para caso.

O tipo de anestesia utilizada pode ser geral, peridural alta ou, em casos muito especiais, local com sedação assistida. O ato cirúrgico dura em média, dependendo de cada tipo de mama, três horas.

Em geral, o pós-operatório não é doloroso, desde que se obedeça às instruções médicas, principalmente no que tange à movimentação dos braços, esforços e demais cuidados nos primeiros dias.

Dependendo da técnica empregada, podem-se ter variações quanto às cicatrizes. Normalmente existem vários tipos de cicatrizes, dependendo do tipo da mama a ser operada. O cirurgião poderá propor cicatriz em “L”, em “I”, “periareolar” ou cicatrizes situadas em forma de “T” invertido, na parte inferior da mama. Aquela situada em torno da aréola fica bastante disfarçada pela própria condição de transição de cor entre a aréola e a pele normal.

Assim sendo, desde os primeiros dias de pós-operatório podem ser usadas blusas decotadas, pois as cicatrizes ficam escondidas. Com o decorrer do tempo, as cicatrizes ficam bastante disfarçadas, chegando à quase invisibilidade em certos casos.

Apesar de o resultado imediato ser muito bom, somente entre o 12º e 18º mês é que as mamas atingirão sua forma definitiva.

Geralmente não há problema em caso de nova gravidez. Quando as mamas são reduzidas acentuadamente, a lactação pode ficar prejudicada. Em casos de pequenas e médias reduções, a lactação geralmente é preservada.